| Imagem sócio Mário Camacho |
Em desenvolvimento nos últimos meses, e em notícia primeira mão blogue CEN, a arieira local Anjos foi vendida para interesses estrangeiros no passado mês de Março e já ostenta bandeira estrangeira, bem como vai perdendo as marcas de registo português.
| Imagem sócio Mário Camacho - Maio 2026 - ainda com o registo à proa |
Registado hoje (primeira imagem) que o mesmo já pintou o registo de pavilhão local, já ostentando também à popa a bandeira de São Tomé e Príncipe, o Anjos deixará a Região após quase trinta anos ao seu serviço, tendo chegado no virar do milénio. Trata-se de uma draga lançada em 1971 como Sand Wader, veio então de Inglaterra para modernização da frota local de arieira/draga. Mede 96 metros de comprimento por 16 de boca. A sua venda materializou-se em Março para interesses estrangeiros e encontra-se em preparativos finais antes de deixar a Madeira, que ainda assim manterá ao ativo três navios deste tipo - Porto Novo, Baixio e Ilhéu da Mina -. O Anjos permaneceu os dois últimos anos praticamente imóvel, com ocasionais trocas de cais conforme necessário, mas, de modo geral, em lay-up enquanto aguardava futuro.
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