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Imagem sócio Mário Camacho
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Oportunidade raríssima para, ontem à noite, registar a presença de um navio de cruzeiros no Festival do Atlântico, que, devido à sazonalidade portuária, e não só, acaba por não ser habitual alinhar-se com um itinerário de um navio deste tipo.
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| Imagem sócio Ruben Câmara |
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Imagem sócio Mário Camacho
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O Bolette foi ontem à noite brindado com 20 minutos de fogo-de-artifício, na segunda noite do Festival do Atlântico, desta feita, de cunho chinês. O contexto da sua escala, ajuda também a adicionar um pouco de tradicionalismo a este evento, dado que, não só marcou presença num já tradicional cartaz turístico da Região, como é operado pela centenária Fred. Olsen Cruise Lines - já há muitas décadas com relação de proximidade à Madeira, turisticamente falando mas não só - e encontra-se em itinerário em que a Madeira é o único destino insular visitado pelo navio, sendo proveniente de Bilbao e rumando hoje a Lisboa, demonstrando um especial carinho pela Região.
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| Imagem sócio Ruben Câmara |
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Imagem sócio Mário Camacho
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A Fred. Olsen é, como referido, um dos mais tradicionais operadores nos nossos mares e já marca presença nos nossos cartazes turísticos há muito: a mesma já ofereceu itinerários talhados de propósito para a Festa da Flor, por exemplo, com o Black Watch em 2018 e Balmoral em 2021, sendo também uma das grandes companhias de fim-de-ano: é, históricamente, o seu clássico Black Prince o segundo navio de cruzeiros com mais presenças a 31 de Dezembro, com 12 presenças entre 1984 e 2006, além de muitas escalas neste dia com navios como o antigo Black Watch, Blenheim, Black Watch (recente), Boudicca, Braemar, Balmoral, Borealis e Bolette - é mesmo possível contar apenas pelos dedos das mãos o número de ocasiões em que a Fred. Olsen não esteve no nosso maior cartaz turístico desde 1967. Em 2023, fez história ao reunir toda a sua frota na baía do Funchal para o evento especial "Freds in Funchal", que terminou, precisamente, com fogo de artifício perante os navios alinhados em fundeadouro, tendo sido também um operador importante no desenvolvimento local e turístico das ilhas Canárias e Madeira nos anos 70 e 80, com ligações diretas em operações cruise-ferry com Inglaterra com o seu trio já aqui referido, Black Prince, Black Watch e Blenheim. Assim sendo, agora também no Festival do Atlântico, quis o destino e programação que fosse precisamente um navio desta companhia a dar azo a imagens inusitadíssimas. Em porto, registo também para a presença dos mega-iates Perseverance e Lasata.
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